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Meu pipeline de talentos está atualizado?

Meu pipeline de talentos está atualizado?

Felizmente as Organizações já se convenceram sobre a importância de se manter um olhar mais estratégico em relação a gestão de pessoas. Ações efetivas em prol do desenvolvimento do time foram ganhando força ao longo do tempo. A área de RH foi conquistando também maior visibilidade nas empresas e a pauta “Gente e Cultura” já se tornou de fato relevante nas discussões estratégias na maior parte das corporações.

Não há nenhuma novidade em afirmar também o quão importante é a necessidade de se manter no ambiente corporativo um time de CPF´s engajado e comprometido para garantir ao grande CNPJ a entrega das melhores soluções ou produtos para seu modelo de negócios.

Ouso dizer inclusive, que não existe nenhuma empresa no Planeta que não impacte algum ser humano em algum momento. Todas, sem exceção, existem para entregar valor (através de um produto ou serviço) para alguém; essa entrega é produzida ou concebida por outro alguém do outro lado “do muro”. Olha aí, estamos falando de pessoas!

Já que o tema é tão relevante e diante dos desafios impostos aos negócios, cabe a reflexão: será que estou com o melhor time dentro da minha empresa? Antes de respondermos a esta pergunta, é importante recorrermos a alguns conceitos que temos, no mínimo, alguma familiaridade. 

O primeiro deles e refere ao Propósito Organizacional, que nada mais é do que a razão pela qual o meu negócio existe. É o significado maior da empresa e este significado vem permeado de Crenças, Valores, Atitudes que compõem minha Cultura Organizacional. Se acredito na importância de ter um time forte, tenho que ter uma cultura forte e disseminá-la para todos. Parece óbvio, mas nem sempre os gestores fazem esta correlação: para ter um pipeline de talentos, é necessário ter uma empresa que viva através de suas ações e decisões a verdade absoluta do seu propósito. Esta condição é sine qua non.

O segundo conceito intrinsicamente relacionado ao tema se refere às hards e softs skills. De forma bem simples chamamos de hard skills as habilidades técnicas (formações, especializações, certificações) e de softs skills as habilidades comportamentais (atitudes, comportamentos, características). Precisamos mapear e desenvolver nos times as principais competências, que conectadas com minha cultura organizacional vão permitir às pessoas performarem, se desenvolverem e encontrarem significado ao trabalho. Quando este casamento acontece, o aumento de produtividade é o principal resultado! O tema é tão importante que no World Economic Forum são definidas, entre outras ações, as habilidades do profissional do futuro (futuro este, já tão presente).

A boa notícia é que as softs skills, ao contrário do que muitos pensam, também podem ser aprendidas e desenvolvidas. Apesar da subjetividade, hoje já existem diferentes formatos e ferramentas de se mapeá-las e desenvolvê-las.  A PlugRH te convida a conhecê-las.

Concordando com a expressividade do tema, que tal pensarmos de forma mais estratégica nos times? O primeiro mapeamento pode ser bem simples, respondendo a estas perguntas iniciais:

o   Tenho clareza do meu propósito e compartilho com todos?  

o   Quais são as pessoas do meu time que estão genuinamente conectadas a este propósito?

o   Quais são os profissionais que de fato compraram este sonho?

o   Quais são as principais lideranças que influenciam os demais a entregarem resultados nesta mesma direção, respeitando os valores e diretrizes da minha empresa?

o    Quais são as principais características comportamentais que estas pessoas possuem?

Posso garantir que respondendo a estas perguntas iniciais, você terá um conjunto de softs skills para dar início a um grande trabalho de desenvolvimento e engajamento na busca da construção ou da atualização de um pipeline de talentos mais aderente.

Faz sentindo? Vamos falar mais?

Help.Lab
Simone Martins
Simone Martins Seguir

Psicóloga, com MBA em Gestão de Pessoas e Coach Executivo certificado pelo ICI / ICF, está no mercado há mais de 20 anos conectando pessoas e organizações. É fundadora da PlugRH, consultoria especializada em gestão de pessoas, processos e mudanças.

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